sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Viver em liberdade
De que se faz nossa vivência?Que fica em nós após tantas experiências, tentativas, sonhos, realizações, esperanças, frustações?...Muita coisa consequimos,porque nos deram liberdade para buscar. Mas muita coisa também consequmos,porque vivemos a vida intensamente sem medos. sem preconceitos.Nem tudo, é verdade, consequimos ou foi possível ou satisfez plenamente.Mas não importa.Apesar das marcas da luta, em que pesem algumas desulisões ou desencantos, valeu a pena viver.As mãos estão repletas de frutos,a alma está limpa e realizada.Essa é a canção de Ivan Lins e Vitor Martins.
Os compositores populares,com seus versos simples.despretenciosos, dizem-nos que falam apenas "daquilo que sabem".Na sua modestia, sabem tudo.Artistas que são,enxergam em profundidade,além das aparências frias da realidade coitdiana.Quem os vê,quem os ouve desatento,dificilmente lhes dá a devida atenão, como se recado algum tivessem,como se só do banal se formassem suas canções.Mas os jovens de hoje,na sua rebeldia, nos seus impulsos de libertação,na sua arte julgada menor,muita verdade e muita poesia têm para dar. Não raro,o conjunto de poemas de um desses meninos contém uma doutrina, um tratado de sabedoria expontânea e intuída; John Lennon é um exemplo Entre nós,. Caetano Veloso,Gilberto Gil Chico Buarque, Raul Seixas e tantos outros tornaram -se admirados e respetados,,pois suas canções apontam caminhos ricos em experiências de vida..
(José Leite, Carlos de Freitas...)
( José
Um mundo de conteúdos estranhos
O quadro humorístico de Claudius é muito significativo Destaca um sério problema da educação brasileira: o ensino livresco e dispersivo em nossas escolas.
Desde os primeiros anos,os professores colocam na cabeça dos alunos que a única sabedoria é a dos livros.Toda as aulas. todas as terefas escolses são permanentemente voltadas para uma enchente de informações prontas que o aluno deve engolir.Não dá tempo nem espaço para a ação indivudual,para a procura do saber, para a ação prática, para o processo de aprendizagem As autoridades têm medo do que aconteceria com as crianças e os jovens se agissem com liberdade, buscando por si mesmos as informações.É claro que seria autènticos criativos, inovadores.Mas os poderosos os desejam passivos,sempre esperando as coisas já mastigadas e preparadas para conservá-los na dominação.
À sabedoria dos livros e das escolas devemos juntar a sabedoria da vida e da iniciativa individual. Quando isso acontecer o quadro de Claudius perderá sua razão de ser,pois as crianças e os jovens não terão que seguir uma única estrada, essa de nossa escola,um mundo artificial de matérias,de programas impostos,de direções contraditórias , de desorientaçao, de supressão de liberdade individual,de ausência de participação prática.
O ser humano só se realiza plenamente quando convive com o que ele conuisou por si mesmo, pela sua reflexão, pela busca, pela ação.O diploma universitário,apenas ele, será insuficiente para nós, especialmente quando signiica apenas o término de um curso livresco, a memorização do que nos impingiram.
Carmem , Lourival e Clarice
A paz
Se perguntarmos a qualquer brasileiro o que ele espera do novo governo, ele dirá que espera a paz. Pode ser que não use o substantivo, mas empregará um dos seus muitos sinônimos.O pão é o primeiro nome da paz.Não é à toa que a paz está associada á abundãncia.Se pedirmos a qualquer criança que , a desenhe uma casa, ela colocará sobre o telhado a chaminé e fiapos de fumaça. Sem chaminé, e sem chamas no fogão, a casa não é lar.Assemelha-se a um túmulo.
Para o trabalhador a paz é um conjunto de realidades: emprego seguro, salário justo; comida à mesa e escola para os filhos. É também segurança: a certaza de que pode deixar a mulher e os filhos em casa e que, no trajeto entre sua moradia e o lugar de trabalho, as ruas serão livres e não haverá bandidos que o assaltem, nem policiais que metralhem, sob a desculpa de suspeita.Para os artistas intelectuais, o primeiro nome da paz é a liberdade.Liberdade de criar e de expor os frutos de sua imaginação ou de sua descoberta.Sem liberdade,ainda que houvesse pão e segurança, não haveria paz.
A cada brasileiro a sua paz.
Revista Isto É.
A crença em Deus tem ajudado os homens
A humanidade sempre acreditou em Deus,independentemente do estágio de sua evolução e do seu progresso.Essa crença tem sido abalada,posta em dúvida em nome da ciência;apesar disso, resiste.´´E que a necessidade de acreditar em Deus,baseada talvez numa profunda intuição coletiva,tem sido mais forte que os chamados argumentos científicos.Mesmo porque o problema parece fugir ao alcance da ciência.
Há muitas coisas que a ciência não pode conprovar.Nem por isso deixam de existir.Todos valores morais ,estéticos,efetivos, escspam a nossa definição da ciência materialista.Nossas angustias, tritezas, alegrias,nosso mundo individual,interior, está por assim dizer, à margem da Ciência E os sonhos, aspirações pessoais,os impulsos secretos da natureza particular ou coletiva?De tudo isso a Ciência não nos fala,nem teoriza. A Ciência abrange apenas o que tem carater geral, universal, objetivo.Só.
Falar em nome da Ciência para negar a exstência de Deus nunca foi próprio dos sábios e dos grandes cientistas.Esses, no geral crentes e, mesmo sem explicar, aceitam o sobrenatural. Assim foram Aristóteles,Kant, Einstein, por exemlo.O próprio Darwin, pai do evolusionismo,era protestante portanto crente.
(Cristiano Nobili)
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Violênia juvenil e falta de brincar na infância
As crianças hoje quase não^têm espaço para criar brincadeiras que expressem suas emoções e seus conflitos,não é verdade?Os brinquedos já chegam prontos,as brinadeiras quase sempre são propostas-quando não impostas- por adultos e por eles mediadas,elas ne podem lambuzar-se muito e ficar à vontade porque não tê espaço para experimentar,ousar e errar cm as brincadeiras.E se erram são logo são repreendidas,e não ganham a chance de apreder com o erro. Passam a infância,apredendo teoricamente coisa importantes como respeitar: a si mesmo e aos outros, o meio ambiente em que e a vida em que vivem
Entre o curso e o discurso
O caos do Brasil colônia era sem luz.A vontade era repremida,sempre,com violência letal.Entre o curso e o discurso,havia o poder teocrático e o milita,um nutrindo o outro de patrimônio e almas.Edmar Bacha, criador da expressão Belíndia para explicar o Brasil com poucos brasileiros com IDH belga e milhares com IDH indiano,mostra, que a desiguadade brasileira deu seu maior salto durante a ditadura, com os "milagres ecnômicos"os mlagreiros Bulhões, Delfim Neto e Simonsen
As conquistas se esgueiaram entre poderes teocrático e militar,entre a cruz e o baraço,entre o fulejo e o porrete,esbarrando,sempre, no controle paulista do querer coletivo.O povo ainda desconhece essa hisória, a verdadeira de muito sanque e exploraçao, que um dia há de se reler, com clareza. expondo as dificuldades de alcançar uma democracia de curso, paa além do discurso. Não nos enganemos. A miséria e a ignorância ainda sõ os melhores negócios do País, as que geram mais lucros,mas há direçõ ao curso, disperso pela violência e cooptação dezenas de vezes.
A eficiência do Poder Judiciárlario revela-se, clara, indepedente,julgando o Poder Executivo no poder e o condanado,como é natural.E nas eleições, nelas que surpreendem a cada dois anos, vê-se o curso derrotar o discurso,com vapor,mas sem merecimento.A ameaça teocráica foi derrotada, temporariamete, pela briga pueril do PSDB com o PT,que prejudica oPaís desde 1994.Mas é bom ficar alerta.A teocracia é incansável.A gestão Paes (RS) venceu no primeiro turno todos os apoios estelares a Freixo, porque Paes iniciou, sem discurso,nos últimos quatro anos,o curso que Freixo prometeu fazer nos próximos quatro.
Os números que Dilma conquistou conbatendo a corrupção,em 2011, foram derrotados pelos cursos de Eduardo Campos em Pernanbuco, e de Aécio Neves, em Belo Horizonte, cidades de estados com IDH crescente.Os cursos derrotaram o discurso de Lula,que enfraquece a cada má gestão
que ele avaliza.Como quem deve ganhar,sempre, é a sociedade,que todas as vitórias e todas as derrotas sirvam,exclusivamente à sua vitória (Aninha Franco)
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Quando olhei a terra ardendo
Quando olhei a terra ardendo.
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu,ai
Por que tamanha judiação.
Que braseiro, que fornalha .
nem um pé de plantação
Por falta d' água,. perdi meu gado.
Morreu de sede meu alazão.
Até mesmo a asa branca .
Bateu asas do sertão.
Então eu disse: adeus Rozinha.
Guarda comigo meu coração
Hoje longe muitas léguas.
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo.
Prá eu voltar pro meu sertão.
Quando o verde de teus olhos.
Se espalhar na plantação
Eu te asseguro, não choras não vui.
Que eu voltarei viu meu coração.
Esta terra é nossa vida.
Nossa gente, nosso chão
Nossa fé, nossa esperança .
Nosso reino reino do sertão.
,
..
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