Conversando com professor Ricardo Líper sobre idéias para
a presidente Dilma enfrentar o cerco de espionagem dos EUA e do seu presidente
afro-islâmico-havaiano- descendente, Barack Obama, aprendi com o passado: SÓ O
POMBO-CORREIO salvará o Planalto da espionagem.
Tudo bem que assisto, como
Dilma, a série “Game of Thrones” e sabemos que o inimigo pode ficar à espreita
nos arbustos perto do castelo e ficar abatendo a flechadas os pombos impedindo
que eles levem nossas mensagens. Contudo, eu pensei também: ora, Dilma manda
agentes do SNI e da Polícia Federal para ficar nos arbustos atrás dos arbustos
dos espiões americanos e pra cada pombo que os americanos abaterem, nossos
intrépidos agentes matam um americano a tiros.
Aí você vai dizer: QUE
MALUQUICE É ESSA, SEU PORRA? Não é maluquice não. Minha assessora BigLôra vai
lhe explicar: “Óli bem, seu minino! Os americano não reconhece espião no
estrangeiro. O sujeito sai da sede da CIA, da NSA ou do que diabo seja e já tem
em mente a ordem do chefe – se você for pego, você tá agindo por conta própria,
é desertor, inimigo da América e por aí vai. Os EUA nunca reconhecem espionagem
em país dos outro. Daí, podemos abater quantos espiões encontrarmos matando os
nossos pombo”.
Entenderam a Big? Pois é, e
eu entendi, de quebra uma outra coisa: quem estiver esperando no Planalto uma
EXPLICAÇÃO OFICIAL de Washington, como o ministro Cardozo, da Justiça, está,
ESPERE SENTADO e peça um suprimento de calabresa frita e cerveja americaníssima
Budweiser bem gelada, pois vai demorar alguns anos... Oficialmente Washington
não tem espião em lugar nenhum e não espiona ninguém. Ponto. Senão não seria
espionagem, seria conversa de comadre no beco. Dãããããã!
Voltemos à vaca fria, oops!,
ao pombo frio. A idéia do professor é genial. Pombos- correio não são
monitoráveis, voam baixo, voam alto, vão variando a forma de voar e se não forem
abatidos a tiros, chegam direitinho no destino. Assim, a presidente Dilma pode
se comunicar com seus assessores sobre qualquer assunto (até sobre receita de
bolo de cappuccino, uma delícia que só Maria Thereza faz tão bem) e a conversa
será de dois: ela e seu assessor, sem Obama no meio.
Nenhum comentário:
Postar um comentário